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A ORIGEM
O município de Riolândia, localizado ao noroeste do Estado de São Paulo, na zona fisiografia denominada de “Sertão do Rio Paraná,” entre a margem esquerda do alto Rio Grande, e a margem direita do seu afluente Rio Turvo, fazendo divisa de estado com o local denominado  Pontal do Triângulo Mineiro no Estado das Minas Gerais, foi habitada até o século XIX, pelos índios Caiapós, os quais eram oriundos do Brasil Central. Foi no período do ano de 1840, que a civilização começou a adentrar em nossa região, chegando do Sertão da Farinha Podre, onde iniciava lentamente o povoado de Campo Belo, já com o Colégio de Campo Belo, que foi fundado em 1838, pelo Padre Jerônimo Gonçalves de Macedo, sacerdote da Congregação Brasileira de São Vicente de Paula, o qual também, em 1835 construiu na aldeia dos índios Caiapó, a capela de São Francisco de Sales, batizando esta aldeia com este mesmo nome, com tal iniciativa, também era o marco inicial para um futuro povoado. Com o falecimento do Padre Jerônimo Gonçalves de Macedo em 11 de janeiro de 1860, veio para administrar o Colégio de Campo Belo o Padre José Vicente Gonçalves de Macedo, sobrinho do Padre Jerônimo, e o mesmo deu continuidade ao trabalho de seu tio, catequizando, educando e orientando os habitantes nativos, como também explorando e povoando estes sertões selvagens.

FUNDAÇÃO DO POVOADO
Foi este catequista quem, descendo o Rio Verde, estabeleceu contato com os índios Caiapó, aldeados junto à foz, onde hoje se localiza a cidade mineira de São Francisco de Sales, e que acabou transpondo o Rio Grande e penetrando no lado paulista, através do Rio Turvo. Nesse último rio, a missão catequista estabeleceu uma colônia no local, à jusante da Cachoeira do Talhadão, onde mais tarde foi instalado o Porto do Marques. Pacificado os índios, pelo Padre Macedo, vieram diversas famílias paulistas, mas que seguiram o mesmo percurso missionário, isto é, pelo Triângulo Mineiro. Assim vieram os Costa Maldonado, os Lemos  Campos, os Santana e Felisbino, que passaram a ocupar as terras do Turvo, e mais tarde, constituindo um povoado junto ao Córrego do Veadinho. Ao chegarem às margens do Rio Grande, na foz do afluente Rio Verde, José da Costa Maldonado e sua esposa Maria Gertrudes Maldonado, desceram rio abaixo até as proximidades da cachoeira dos índios, e ali se instalaram, e o seu irmão João da Costa Maldonado e sua esposa Maria Nazaré Lemes de Campos, filha do imigrante português Bento Lemes Campos, atravessaram o Rio Grande e se instalaram entre os córregos do Veadinho e Bálsamo. Para se ter  ideia do tamanho desta área que João da Costa Maldonado poderia explorar e,  ceder para outros colonizadores pequenas glebas, se assim desejasse, era calculada em aproximadamente 25 mil alqueires. Ao construírem sua primeira sede residencial, a qual era de paredes de ripas e coberta de folhas de coqueiro, material abundante na região, cresciam e criavam seus 12 (doze) filhos, todos nascidos nesta região dos sertões e aos poucos demarcavam a sua área, e em cada ponto que desbravavam construíam uma sede residencial e instalavam um dos filhos, pois esta gleba de terra que exploravam tinha uma grande extensão e era completamente selvagem, sem contato com a civilização. Com esta missão de catequizar, do Padre José Vicente, e com o trabalho desses pioneiros, anos depois, tornou-se possível e permitiu a colonização desta área denominada de Sertão do Rio Paraná, que a muitos anos, era do controle e da responsabilidade  da Diocese de São Carlos e da Paróquia de São Bento de Araraquara, a sua colonização. Tudo aconteceu, quando em 1850, a aldeia dos índios Caiapó, passou a chamar-se Freguesia da Aldeia de São Francisco de Sales (Freguesia é o mesmo que povoado ou arraial, é a denominação tomada sob o aspecto eclesiástico), com a chegada de inúmeras famílias que vinham de diversas regiões do Brasil, navegando pelo Rio Grande ou através das trilhas até a Fazenda Campo Belo. Estando a Paróquia da Freguesia de São Bento de Araraquara, auxiliando na exploração, desbravamento e colonização do Sertão do Avanhandava, seguindo sempre rumo ao Rio Paraná, através de uma linha imaginária paralela à margem direita do Rio Tietê, com o ponto de referencia onde hoje está à cidade de São José do Rio Preto, à Diocese de São Carlos, em 1854, instalou à Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, com as obrigações de atender os povoados que iam surgindo mais próximos do Rio Grande.

CRIAÇÃO DO DISTRITO
Já bem habitado o povoado, os habitantes mais influentes, principalmente aqueles que tinham constantes contatos com políticos do município sede e comarca de Olímpia, a quem sob a administração pública este povoado pertencia, aqui cadastraram os primeiros eleitores do Arraial do Veadinho, em um total de 217 pessoas, e que foram votar na cidade de Olímpia. Este trabalho provocou a aprovação do Decreto Lei nº 7010, de 12 de março de 1935, que criou o Distrito de Paz do Arraial do Veadinho, pertencente ao município de Olímpia. Criado o Distrito de Paz, outras famílias aqui se instalaram adquirindo propriedades rurais e urbanas, e em 1935 chegava ao povoado o primeiro médico Dr. Nei Coutinho e, em 1939 era instalada a primeira farmácia com um profissional formado, foi a “Pharmacia Buenos Ayres” de propriedade de Aires Chaves Costa, sócio  do farmacêutico Amador Bueno, aos quais chegaram ao Distrito  à convite do fazendeiro Francisco Ribeiro de Castro (Chico Ribeiro). A partir desta época surgiam nos Estados da União, novas comarcas, novos municípios e distritos. Foi quando o Poder Judiciário do Estado de São Paulo, ao criar outras comarcas, instalou pelo Decreto Lei nº 9528, de 20 de setembro de 1938, a Comarca de Nova Granada, passando os Distritos de Patos e Veadinho, a pertencer a esta jurisdição.

CRIAÇÃO E EMANCIPAÇÃO DO MUNICÍPIO
Logo depois o Distrito de Patos, através do Decreto Lei nº 9775, de 30 de novembro de 1938, foi elevado a categoria de Município,  com o nome de Paulo de Faria, quando então o Distrito de Veadinho passou para esta jurisdição. Em 1942, o senhor Gustavo Rezende instalava no Porto da Aldeia o primeiro “barco a vapor” para fazer aquela travessia da fronteira estadual, e o oleiro e caminhoneiro, senhor Vadico, construía a primeira indústria do povoado, a “Olaria do Porto”, na fabricação de tijolos e telhas comuns. Com estes melhoramentos, foi que, por força do Decreto Lei nº 14334 de 1944, que o Distrito de Veadinho recebeu a complementação do nome “Porto”, em consequência do nome conhecido de Porto da Aldeia, oficializado pela Capitania dos Portos do Ministério da Marinha, de “Porto Brasil” e o nome do Distrito passou a  chamar se  Distrito do Veadinho do Porto. Em 1952, chegavam os primeiros imigrantes japoneses,as famílias de Massao e Toshio Ykura e irmãos, e também a de Nabor Yoshida, e foi nesta época que começaram a organizar e a criar o primeiro núcleo  social de esporte e lazer da Colônia Japonesa, o Clube Nipo Brasileiro. Durante este período de franco desenvolvimento, o Distrito do Veadinho do Porto, por força do Decreto Lei nº 2456, de 30 de Dezembro de 1953, foi elevado à categoria de Município, desmembrando se do município de Paulo de Faria, com uma área de 669,5 Kms2. E passando a chamar se RIOLÂNDIA, tendo apenas o Distrito da Sede Municipal.

ORIGEM DO NOME 
Riolândia quer dizer: Cidade entre Rios. Em1953, antes de elevar o Distrito do Veadinho do Porto à categoria de município, foi convocada à comunidade para participar de um concurso, com o propósito de sugerir e aprovar outro nome ao povoado. Foi um Projeto de Lei apresentado por dois vereadores representantes do Distrito, o qual foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal de Paulo de Faria, sendo que, passaria a receber o nome escolhido, no dia da aprovação da  Lei de Criação e Emancipação Politica do Município. Realizado este concurso, o nome escolhido sob a aprovação da população e da Comissão criada no Distrito pelo Decreto Lei, foi “RIOLÂNDIA” e o vencedor foi o jovem Eunivaldo Afonso Machado.

 

 

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